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Quando um casal se separa, decidir o que fazer com o imóvel comum é uma das etapas mais delicadas. Um valor técnico reduz a subjetividade da negociação.
É comum cada parte ter uma ideia diferente de quanto o imóvel vale — quem fica tende a achar que vale menos, quem sai, que vale mais. O laudo coloca os dois diante do mesmo número, explicado e verificável.
Opções mais comuns
- Um dos cônjuges compra a parte do outro;
- Venda a terceiros e divisão do valor;
- Manutenção em condomínio por um período.
Papel do laudo
Em todas as opções, o laudo responde à mesma pergunta: quanto vale o imóvel hoje? Em processos litigiosos, ele também apoia a atuação em perícia.
Divórcio consensual e litigioso
Consensual
Quando há acordo, o divórcio pode ser feito em cartório ou homologado na Justiça. O laudo ajuda a definir quanto um paga ao outro ou a dividir o resultado de uma venda.
Litigioso
Quando não há acordo, o juiz pode nomear um perito para avaliar o imóvel. Cada parte pode ter um assistente técnico para acompanhar e, se for o caso, contestar o valor.

Imóvel financiado
Se o imóvel ainda está sendo pago, a avaliação indica o valor de mercado, e o advogado considera o saldo devedor para calcular quanto cabe a cada um. O laudo não substitui a negociação com o banco, mas dá a base para ela.
O que influencia o valor
- Localização e oferta de imóveis parecidos na região;
- Área, vagas, padrão e conservação;
- Reformas feitas durante o casamento;
- Situação da documentação e da matrícula.
Perguntas que o laudo ajuda a responder
- Quanto um dos cônjuges deve pagar para ficar com o imóvel?
- Qual preço mínimo faz sentido para anunciar a venda?
- O valor apresentado pela outra parte é coerente com o mercado?
Saiba mais
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